Comércio e serviços poderão voltar a funcionar em Campinas

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A partir de amanhã vários setores do comércio e serviços de Campinas poderão voltar a funcionar, mas de portas fechadas. As compras deverão ser feitas por meio eletrônico e as entregas dos produtos por delivery e drive-thru. A medida, anunciada nessa manhã pelo prefeito Jonas Donizette (PSB), observa os decretos estadual e federal de serviços essenciais autorizados a funcionar na quarentena, mas poderá ser revista a qualquer momento se o isolamento social e a proibição de aglomerações não forem cumpridos.
 
Assim, restaurantes, padarias e congêneres poderão funcionar com serviço de entrega, por meio de delivery ou drive-thru que já estavam liberados, e que a partir de amanhã serão estendidos também à venda de alimentos em quiosques, como os da Lagoa do Taquaral, mas os consumidores não poderão se alimentar no local.
 
Bares, lanchonetes e padarias em postos de combustíveis poderão atender por delivery ou retirada no local, mas o consumo no local está vedado.
 
Os serviços de manutenção predial, elétrica e hidráulica poderão ocorrer, com as regras de higiene sanitária (distanciamento, uso de máscaras e álcool em gel). Nos grandes condomínios, ficará a cargo da assembleia de condôminos a definição de regras – se quiserem ser mais restritivos, terão autonomia para isso.
 
Lojas de material de construção e de venda de insumos para oficinas mecânicas também podem retomar as atividades, mas apenas pelo sistema delivery. Já o comercio de bens e serviços automotivos, incluindo venda de veículos, lava rápido, estacionamentos estão autorizados a funcionar.
 
Toda a cadeia logística de agropecuária, de comercialização, fornecimento de insumos, industrialização de produtos também estão autorizados a retomar as atividades, dentro das regras sanitárias.
 
Lojas de venda de roupas, móveis, sapatos, eletrodomésticos funcionarão com compra pela internet e entrega por delivery ou drive-thru. Escritórios, como contabilidade, advocacia, estarão autorizados a funcionar, mas sem atendimento presencial, incluindo nessa categoria também os buffets que pediram o funcionamento para poder negociar e reagendar festas que foram canceladas pela quarentena.
 
Estão fora do decreto, os setores de alimentação de casas de eventos, cinemas, teatros e congêneres que, segundo o prefeito, serão os últimos a serem autorizados quando o plano de flexibilização entrar em vigor, no final da quarentena.


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