Consórcio diz garantir emprego de coletores de lixo em S. Bárbara

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A direção do Consórcio Santa Bárbara d’Oeste assumiu o compromisso de admitir de imediato cerca de 65 dos 80 funcionários da Forty Construções e Engenharia que cuidam da coleta do lixo doméstico e da operação do aterro sanitário de Santa Bárbara d’Oeste.

O consórcio venceu a concorrência pública para operar o sistema por R$ 9,2 milhões ao ano, segundo a prefeitura. A data de início dos trabalhos ainda está indefinida. Depois de 13 anos, a Forty deixa de prestar o serviço porque ficou em terceiro lugar na licitação.

A Prefeitura informou que a Secretaria de Meio Ambiente tranquilizou os coletores, ontem. “O processo de licitação está em fase de homologação. Por se tratar de um serviço terceirizado, de caráter permanente, contratado pela Prefeitura e que passa pela transição para uma nova empresa, é comum que a nova contratada priorize o emprego dos atuais funcionários, que já detêm a experiência na prestação do serviço”, menciona a prefeitura, em nota.

Por causa do impasse, os trabalhadores acionaram o secretário geral do Sindicato dos Condutores de Americana e Região, Nadir Migliorin, ontem, que firmou o acordo com o consórcio.

Migliorin informou que realizou assembleia com os trabalhadores ontem e anteontem. “A preocupação do sindicato é que absorva mão de obra que tem conhecimento pela empresa nova. Hoje (ontem), durante o dia, conversamos com a empresa nova e ela acatou o pedido do sindicato”, ressaltou o secretário geral.

A direção do consórcio ratificou ao TODODIA que vai dar preferência na contratação de cerca de 65 funcionários da Forty e hoje já irá fazer os exames admissionais.

Segundo a direção do consórcio, houve um atraso na admissão porque os trabalhadores ainda estão atuando na antiga empresa, e que também dará oportunidade para outras pessoas.

ATROPELADA

A Forty informou que mantinha 46 coletores, 22 motoristas e operadores de máquinas e 12 ajudantes, totalizado 80 funcionários. Um diretor da empresa, que pediu anonimato, disse que a contratação dos funcionários pelo consórcio ocorre de forma “atropelada e sem planejamento”. O contrato da Forty com a prefeitura expirou em 14 de janeiro. “Estamos fazendo o serviço por conta. Não jogamos a toalha em respeito à população”, disse o diretor.



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