CPFL vai instalar medidores inteligentes

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A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) investirá cerca de R$ 27 milhões (US$ 7,3 milhões) na troca dos atuais medidores convencionais dos moradores de Jaguariúna por medidores inteligentes. A iniciativa visa permitir que os clientes da empresa possam saber exatamente o consumo de energia de cada eletrodoméstico ou eletrônico, e o impacto que cada um deles causa na conta de luz.

A cidade será a pioneira a receber o equipamento, que atenderá 100% (23 mil domicílios) dos clientes residenciais rurais e comerciais de pequeno porte. A substituição de todos aparelhos começa em março e deve ser finalizada em março de 2020. Os investimentos não terão nenhum custo adicional e nem aumento no valor da tarifa com tributos para os moradores.

Segundo a CPFL, a troca dos medidores, em Jaguariúna, será um projeto-piloto para que, no futuro, outras cidades que abrangem a área de concessão da companhia também recebam a tecnologia. O município foi escolhido para inaugurar o equipamento por ser um local com alto investimento em tecnologia e uma cidade que tem um dos melhores índices de fornecimento de energia elétrica.

O presidente da distribuidora da CPFL Santa Cruz, Marco Antônio Villela de Abreu, explica que os consumidores serão beneficiados com uma maior capacidade de gestão e liberdade de escolha sobre o seu consumo e que a empresa terá um maior conhecimento sobre os hábitos de consumo de energia dos seus clientes. “Todos os clientes da empresa receberão uma carta no início do mês de fevereiro informando que vamos realizar as substituições dos medidores.

Eles vão poder acompanhar o consumo diário dos seus gastos de energia no aplicativo de celular da CPFL”, explicou. O presidente da companhia frisou, contudo, que todos os carros que forem até as residências dos moradores estarão identificados com o logotipo da empresa e que os profissionais designados para trocar os medidores estarão uniformizados.

No final do ano passado, diversos bandidos se passaram por funcionários da CPFL para entrar em casas e cometer furtos em diversas cidades do Estado de São Paulo. Os homens se apresentavam para as vítimas como funcionários da companhia de energia e utilizavam o pretexto para verificar alguns itens do imóvel.

Os suspeitos andavam uniformizados e com crachás da companhia. Quando o morador autorizava a entrada na casa, ele chamava o comparsa para ajudá-lo a roubar dinheiro e itens de valor. Segundo Villela de Abreu, os técnicos não precisam entrar na casa de ninguém para fazer a troca dos medidores.



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