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“Trair e Coçar é só Começar” retorna a Campinas PDF Imprimir E-mail
Correio Popular  -  Sex, 11 de Janeiro de 2019

Em março deste ano, o espetáculo Trair e Coçar é só Começar completa 33 anos ininterruptos em cartaz. Recordista absoluto no Brasil, acumulou até agora um total estimado de seis milhões de espectadores em cerca de nove mil apresentações, desde sua estreia em 26 de março de 1986, no Rio de Janeiro. A peça de Marcos Caruso, que virou filme, série do canal Multishow e foi aclamada como ponto turístico pela Veja São Paulo, em março de 2010, retorna a campinas para curta temporada no Teatro Iguatemi.
A peça tem como personagem principal Olímpia, uma atrapalhada empregada que arma toda a confusão inerente ao vaudeville, gênero que inspirou o autor e se baseia na intriga e no equívoco.
Marilú Bueno, Suely Franco, Denise Fraga, Ana Rosa, Iara Jamra e Anastácia Custódio foram algumas das 13 atrizes que interpretaram Olímpia nesses quase 33 anos em cartaz. Com direção geral de Attílio Riccó e assistência de direção de José Scavazini, a montagem traz no elenco Anastácia Custódio, Carlos Mariano, Tânia Castello, Carla Pagani, Mario Pretini, Miguel Bretas, Ricardo Ciciliano, Siomara Schröder e Ernando Tiago.
Toda a trama se fundamenta em supostas infidelidades. Ao ver a patroa Inês assediada pelo síndico do prédio onde mora, a atrapalhada Olímpia supõe que ela esteja traindo o marido Eduardo, apesar de eles estarem preparando a festa de 16 anos de casados. Depois, ela ouve uma piada de Eduardo sobre “as namoradas” dele e conclui que o patrão também trai.
Na cabeça de Olímpia, Lígia, a melhor amiga de Inês, também está sob suspeita, assim como o marido dela, Cristiano. As conclusões apressadas da empregada começam a gerar uma série de confusões, a ponto de, em dado momento, todos os personagens se envolverem numa balbúrdia aparentemente sem saída. Convicta do princípio de que informação vale ouro, Olímpia começa a subornar seus patrões e os amigos deles. E a sucessão interminável de mal-entendidos se completa com a chegada de um vendedor de joias e de um padre.
Marcos Caruso tinha 27 anos quando escreveu a peça, em 1979. Depois de ficar seis anos na gaveta, estreou em 1986 e, desde então, escreveu uma das mais impressionantes histórias do teatro brasileiro. O sucesso garantiu a presença da peça no Guinness Book nas edições de 1994, 1995, 1996 e 1997 como a mais longa temporada ininterrupta em cartaz do teatro nacional.
A trajetória da peça rendeu o livro 25 Anos + Um – A História do Sucesso de Trair e Coçar é só Começar (Editora Giostri, 222 páginas), de autoria do jornalista e crítico de cinema João Nunes e lançado em 2012. A obra reúne relatos do autor, dos diversos elencos, de diretores, administradores e produtores sobre as muitas histórias que envolvem, as décadas da peça, desde as dificuldades encontradas por Caruso para conseguir montá-la e estreá-la no Rio de Janeiro até episódios curiosos de bastidores.
 
Agende-se
O quê: Trair e Coçar é só Começar
Quando: Até 20/1, sextas, às 21h; sábados, às 21h30; e domingos, às 19h
Onde: Teatro Iguatemi (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina, fone: 3294-3166)
Quanto: R$ 100 (à venda na bilheteria do teatro, de segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingos, das 10h às 20h, ou pela internet: http://www.ingressorapido.com.br)
 

 

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