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Semana Portuguesa encerra com coral PDF Imprimir E-mail
Correio Popular  -  Seg, 11 de Junho de 2018

A 23ª edição da Semana Cultural Portuguesa de Campinas ficou marcada pelas homenagens ao empresário Armindo Dias, dono do hotel Royal Palm Plaza, que faleceu em 20 de maio. O evento, que reuniu 2 mil pessoas desde domingo retrasado, foi encerrado ontem. Em toda a programação, Armindo Dias foi lembrado, seja nos minutos de silêncio durante as missas, ou até mesmo com sua foto em destaque na exposição “Nossa história, sua história”, que reúne 30 peças que retratam as dez décadas de atuação do Hospital Beneficência Portuguesa.
A programação do evento contou com música, danças folclóricas e comida típica por seis dias na Casa de Portugal, e foi finalizada ontem no Hospital Beneficência Portuguesa com a apresentação do Coral Vozes de Outono, uma missa solene e, claro, muito vinho do Porto, como uma boa festa portuguesa deve ter. “Se não tiver fado, se não tiver vinho e se não tiver uma mesa farta com bastante pão e comida, não é uma casa portuguesa”, brincou José dos Santos Antônio, presidente Casa de Portugal.
“O balanço desta semana foi fantástico. Pudemos levar para a nossa comunidade um pouco deste país que é tão pequeno, mas que teve tanta gente importante que se espalhou pelo mundo, como o próprio Armindo Dias, que prestamos nossas homenagens”, finalizou. O evento foi encerrado justamente no Dia de Portugal, Dia de Camões e das comunidades portuguesas. A data remete a 10 de junho de 1580, dia da morte de Luís Vaz de Camões, que foi um poeta nacional de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura lusófona e um dos grandes poetas da tradição ocidental. Este também é o dia oficial da Língua Portuguesa.
Nos primeiros dois séculos de colonização, vieram para o Brasil cerca de 100 mil portugueses, uma média anual de 500 imigrantes. No século seguinte, esse número aumentou: foram registrados 600 mil e uma média anual de 10 mil imigrantes portugueses. O ápice do fluxo migratório ocorreu na primeira metade do século 20, entre 1901 e 1930: a média anual ultrapassou a barreira dos 25 mil.
A origem socioeconômica do português imigrante é muito diversificada: de uma próspera elite nos primeiros séculos de colonização, passou-se a um fluxo crescente de imigrantes pobres a partir da segunda metade do século 19. Estes últimos foram alvo de um anedotário pouco condizente com a rica herança cultural que nos deixou o português.
 

 

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