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Mercado de Trabalho: 2º trimestre de 2017

Ao longo do último trimestre, o mercado de trabalho brasileiro iniciou um processo de recuperação com a desaceleração da taxa de desemprego e a expansão dos rendimentos reais.

A partir da Carta de Conjuntura, divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Observatório Metropolitano de Indicadores (OMI) da AGEMCAMP elaborou gráficos e tabelas para análise do mercado de trabalho brasileiro pertinentes ao segundo trimestre de 2017.

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No trimestre de abril a junho de 2017, a Taxa de Desemprego no Brasil foi estimada em 13,0%. Ou seja, um crescimento de 15,04% em relação à taxa do mesmo trimestre do ano anterior (11,3%).

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Já o rendimento real efetivo de todos os trabalhos (rendimento de fato recebido na ocupação, no mês de referência, incluindo todos os pagamentos que não tenham caráter contínuo e considerando os descontos por ausências no trabalho) ficou em R$ 2.109,00; uma alta de 2,48% em comparação com o 2º trimestre de 2016. Considerando apenas o trabalho principal, o rendimento efetivo ficou em R$ 2.049,00, alta de 2,14% na mesma base de comparação.

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Dados revelados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) apontam uma evolução positiva interanual (segundo trimestre de 2017 versus segundo trimestre de 2016) da População em Idade Ativa (PIA – pessoas de 14 anos ou mais de idade na data de referência) da ordem de 1,1%.

A População Economicamente Ativa (PEA – pessoas em idade e condições físicas para exercer algum ofício no mercado de trabalho) obteve um crescimento de 1,3% no período. Porém, a População Ocupada (PO – pessoas que possuem algum ofício no período de referência, sendo remunerado, não remunerado, por conta própria ou como um empregador) uma queda de 0,6%. 

Nesse contexto, o Nível de Ocupação (PO/PIA – Percentual de pessoas ocupadas na semana de referência em relação às pessoas em idade de trabalhar) passou de 54,6% para 53,7%.  Quanto à Taxa de Participação (PEA/PIA – Percentual de pessoas na força de trabalho em relação às pessoas em idade de trabalhar), passou de 61,6% para 61,7% na mesma base de comparação.

 
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