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BRASIL: Produção Industrial Nacional

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor industrial continua apresentando um quadro pessimista em termos de ritmo produtivo. A produção da indústria brasileira permaneceu baixa e com taxas negativas no mês de agosto, com uma redução de 0,8% frente ao mês anterior.    

Segundo o Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), ajuste sazonal é o acerto que se faz na taxa de produção em função da variação de estação. Sem o ajuste, e em comparação com o mês de agosto de 2016, a indústria em geral apresentou um desempenho positivo de 4,0%. Porém, no acumulado dos últimos doze meses, a queda na produção foi de 0,1%. Já no acumulado dos oito primeiros meses de 2017, a indústria brasileira registrou uma expansão de 1,5%.

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O quadro recessivo atingiu duas das quatro grandes categorias econômicas: bens intermediários (-1,0%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,6%). Por outro lado, os setores de bens de consumo duráveis (+ 4,1%) e de capital (+ 0,5%) registraram crescimento no mês de agosto de 2017.

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      Dentre os setores, a principal queda foi registrada na produção de produtos alimentícios (-5,5%). Outros setores que também contribuíram negativamente no resultado final foram: máquinas e equipamentos (-3,8%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,6%) e, por fim, a indústria extrativa (-1,1%).

Em sentido oposto, dezesseis ramos da indústria brasileira ampliaram a produção nesse mês: veículos automotores, reboques e carrocerias (6,2%) e perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (5,5%). Outros impactos positivos importantes foram observados nos setores de metalurgia (1,9%), de produtos do fumo (15,2%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (2,1%). 

 
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