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IGPM: resultado de agosto e primeira prévia de setembro.

O “Índice Geral de Preços do Mercado” (IGPM) foi concebido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) no final dos anos 40, cuja divulgação é feita mensalmente. Trata-se de indicador macroeconômico mostrando a evolução do nível de preços no mercado nacional. Em sua elaboração, são considerados três outros índices de preços: Índice de Preços por Atacado (IPA), que tem peso de 60% no IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que representa 30% no cálculo e o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), com 10% de participação.

Segundo o Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da FGV, “além de acompanhar os níveis de preços, uma segunda função é a de deflator de valores nominais de abrangência compatível com sua composição, como a receita tributária ou o consumo intermediário no âmbito das contas nacionais”. É utilizado como referência para a correção de preços e valores contratuais. O IGP-M corrige, juntamente com outros parâmetros, contratos de fornecimento de energia elétrica. 

O Observatório Metropolitano de Indicadores da AGEMCAMP coletou informações sobre a evolução do referido Índice desde 1989 até o mês de agosto de 2018 (0,7%). Vide tabela a seguir:

igpm

O Observatório Metropolitano de Indicadores elaborou também um gráfico referente à evolução do Índice para 2018:

igpm 2

Quanto ao IGPM do mês de setembro de 2018, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), ocorreu uma alta de 0,79% na primeira prévia do mês.

Ou seja, nos três indicadores que o compõem o Índice foram registrados: IPA-M (preços no atacado) cresceu 1,20%; o IPC-M (inflação no varejo) uma queda de 0,04% e, finalmente, o INCC-M (mensura o custo da construção) um aumento de 0,10% na primeira prévia de setembro deste ano. 

 

 

 

 

 

 

 

   (03/10/2018)



 
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